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A tuberculose (TB) é a doença infecciosa mais frequente nas pessoas vivendo com HIV e tem grande impacto na qualidade de vida e na mortalidade dessa população. De acordo com o Ministério da Saúde, uma pessoa vivendo com HIV tem 28 vezes mais chances de contrair tuberculose do que uma pessoa que não tem HIV. No Brasil, a proporção da coinfecção TB-HIV é de 9,4%.

A coinfecção TB-HIV é a principal causa de morte em pacientes com aids. Em 202, 20,9% das pessoas diagnosticadas com a coinfecção foram a óbito. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda que, em todas as oportunidades de atendimento às pessoas vivendo com HIV, seja feita a investigação para tuberculose. Da mesma forma, todas as pessoas diagnosticadas com tuberculose devem ser testadas para o HIV.

Para alcançar as metas de eliminação da TB no Brasil até 2035, será necessário fortalecer as estratégias para manutenção do diagnóstico, do tratamento e da prevenção da TB como serviços essenciais à população, e trabalhar de forma engajada para superar os impactos da pandemia e acelerar o progresso em torno dos compromissos assumidos. Com metas de redução do coeficiente de incidência para menos de 10 casos por 100 mil habitantes e de mortalidade para menos de 1 óbito por 100 mil habitantes até o ano de 2035, o Plano Nacional Pelo Fim da Tuberculose busca apoiar as três esferas de governo na identificação de estratégias capazes de contribuir para essa redução.

Além dos profissionais de saúde, as pessoas que vivem com o HIV também precisam ficar atentas aos sinais e sintomas da tuberculose – tosse, febre persistente, suor noturno e emagrecimento – e informar o profissional de saúde quando eles surgirem. A tuberculose tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Foto: Freepik

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