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PERNAMBUCO

Em Pernambuco, a AHF Brasil começou a atuar em dezembro de 2017, com o objetivo de desafogar alguns serviços especializados no atendimento de pessoas vivendo com HIV/aids do estado e dos municípios de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes.

O trabalho tem foco na vinculação e retenção de pacientes aos serviços de referência, na adesão ao tratamento e no reforço da assistência ambulatorial. Atualmente, o projeto conta com 46 bolsistas, das áreas de medicina, enfermagem, psicologia, assistência social e biomedicina.

Esses profissionais atuam em seis serviços de saúde: Hospital Correia Picanço, Hospital Oswaldo Cruz, Hospital Otávio de Freitas, Policlínica Gouveia de Barros (Recife); Policlínica João de Barros Barreto (Olinda) e Policlínica Cônego Pedro de Souza Leão (Jaboatão). Por mês, é atendida uma média de 3 mil pessoas.

Além dos serviços da rede pública de saúde local, a AHF Brasil atua em parceria com a ONG Gestos em ações de prevenção e testagem do HIV. Fundada em 1993, a Gestos é referência nacional e internacional no enfrentamento do HIV/aids, na defesa da saúde pública, na implantação dos objetivos do desenvolvimento sustentável/Agenda 2030 e na defesa dos direitos humanos, sexuais, reprodutivos e da população LGBTQIA+.

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RIO GRANDE DO SUL

A AHF Brasil começou a atuar no Rio Grande do Sul em setembro de 2020 com dois objetivos: 1) estudar vulnerabilidades, padrões, frequências e barreiras de acesso das pessoas vivendo com HIV aos Serviços de Atenção Especializada de Porto Alegre e da Região Metropolitana; 2) analisar os efeitos de tecnologias de saúde que visam reduzir esses eventos no contexto local.

As equipes de vinculação e retenção da AHF atuam em três serviços de saúde de Porto Alegre (SAE Santa Marta, SAE do Serviço de Atenção Terapêutica/Partenon, SAE do  Ambulatório de Dermatologia Sanitária) e um de Viamão, na Região Metropolitana (SAE Herbert de Souza).

São 48 bolsistas (incluindo médicos, agentes de vinculação e retenção, enfermeiros, coordenadores, coletores e assistentes de dados, pesquisadores e assessores), que atuam com foco no início da terapia antirretroviral logo após o diagnóstico do HIV e no resgate de pessoas que abandonaram o tratamento.

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AMAZONAS

Descentralizar o atendimento a pacientes em terapia antirretroviral é o foco do trabalho em Manaus. O trabalho consiste em acompanhar pessoas vivendo com HIV com quadro clínico estável que dão entrada na Fundação de Medicina Tropical (FMT) e encaminhá-las para outros cinco serviços de saúde.

Em 2016, quando a AHF Brasil iniciou o projeto na capital amazonense, 86% dessas pessoas estavam vinculadas à FMT, unidade da Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas. Hoje, pouco mais de 60% são atendidos no local. Com isso, os profissionais de saúde da FMT puderam se dedicar ao atendimento de novos pacientes

Atualmente, 18 bolsistas participam do projeto, entre médicos, enfermeiros, uma farmacêutica, uma coordenadora e um agente de retenção.

Além da Fundação de Medicina Tropical, esses profissionais atuam no Centro de Testagem e Aconselhamento da Fundação Alfredo da Matta/FUAM, também ligado à Secretaria Estadual; em duas Clínicas da Família – Dr. Raimundo Franco de Sá e Dr. Antônio Reis; e em duas Policlínicas – Dr. Antônio Comte Telles e Dr. José Antonio da Silva.

Em Manaus, a AHF Brasil também atua em parceria com a ONG Rede Amizade e Solidariedade para ações de advocacy, testagem, direitos humanos e da população LGBTQIA+, assistência social e cidadania.

Esse é o mesmo foco, desde 2015. do trabalho da AHF em outros dois municípios do Amazonas: Parintins e Tabatinga. Nas duas cidades, as parceiras são as Coordenações Municipais de IST/Aids e Hepatites Virais e ONGs locais: a Associação de Gays, Lésbicas, Transexuais e Travestis de Parintins (AGLTPIN) e a Associação de Gays, Lésbicas e Travestis na Tríplice Fronteira, com sede em Tabatinga (AGLTTF).

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SÃO PAULO

A maior cidade do Brasil é a sede da AHF no país, onde atuamos desde 2013, com ações de advocacy, testagem e defesa da saúde pública e dos direitos humanos, sexuais, reprodutivos e da população LGBTQIA+. Todas as atividades são desenvolvidas em conjunto com outras organizações da sociedade civil e com os Governos do Estado e do Município.

Em agosto de 2017, começamos a implantar o projeto de vinculação e retenção de pacientes aos serviços especializados em HIV/Aids na cidade de São Paulo. O objetivo é estabelecer novos fluxos de atendimento para superar as vulnerabilidades institucionais, como dificuldade de acesso, e apoiar o paciente em necessidades individuais, que podem afetar a continuidade do tratamento.

A iniciativa é fruto de uma parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o Centro de Referência e Treinamento da Secretaria de Estado da Saúde e a Coordenadoria de IST/Aids da Secretaria Municipal de Saúde.

São 79 bolsistas de diversas áreas (medicina, enfermagem, psicologia, nutrição, bioquímica, assistência social, fisioterapia, saúde coletiva, epidemiologia e educação).

Os profissionais atuam em nove unidades na capital: o CRT DST/Aids, seis Serviços de Atenção Especializada/SAE (Cidade Dutra, Campos Elíseos, Betinho/Herbert de Souza, Nossa Senhora do Ó, Lapa/Paulo César Bonfim e Cidade Líder II) e dois Centros de Testagem e Aconselhamento/CTA (Henfil/Henrique de Sousa Filho e Santo Amaro).

Ao todo, 17 mil pacientes são acompanhados nesses serviços. Em 2020, foram realizados mais de 15,3 testes rápidos e 2,2 testes convencionais pelas equipes da AHF Brasil.

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RIO DE JANEIRO

No Rio de Janeiro, a AHF vem atuando com o Grupo Pela Vidda desde novembro de 2013, promovendo treinamento e testagem comunitária do HIV, além de ações de advocacy, campanhas educativas e defesa dos direitos humanos e LGBTQIA+.

As ações educativas durante eventos de grande porte, como o Carnaval, a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos 2016, são o carro-chefe da parceria entre a AHF e o Grupo Pela Vidda, um dos pioneiros no enfrentamento do HIV/Aids no Brasil. De 2016 a 2020, foram realizados mais de 23 mil testes de HIV.

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