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Se compararmos com as últimas décadas, falar abertamente sobre orientação sexual e identidade de gênero e inclusão no mercado de trabalho pode parecer mais fácil em 2021, mas isso não quer dizer que seja a regra ou que seja para todo mundo.

Em uma pesquisa inédita conduzida pela consultoria Mais Diversidade, com o apoio institucional do jornal O Estado de S.Paulo, apenas 15% dos profissionais LGBT declararam, explicitamente, que falam sobre o tema com a sua liderança, falando muito mais sobre sua orientação sexual para pessoas mais próximas (39%).

No entanto, quando questionados, 55% dos entrevistados disseram falar com “todas as pessoas” do trabalho.

De acordo com a consultoria, uma vez que havia a alternativa específica da liderança, os respondentes poderiam ter selecionado ambas as opções, mas não o fizeram.

Isso leva a crer que não são todas essas pessoas que falam abertamente sobre ser gay, lésbica, bissexual, pansexual ou transgênero com seus líderes diretos, indicando a necessidade de haver mais inclusão no mercado de trabalho.

Ao contrário do que acontecia há alguns anos, os profissionais LGBTQIAP+ falam sobre o tema mais abertamente nas empresas – apenas 20% deles não falam com ninguém no trabalho. Dentre as letras que compõem a sigla, os bissexuais são os que mais sentem insegurança para falar sobre sua orientação sexual em todos os âmbitos da vida, como família e trabalho.

Os dados da pesquisa O Cenário Brasileiro LGBTI+ também mostram que os ambientes de trabalho têm ganhado uma importância muito similar a dos ambientes familiares para as pessoas LGBTQIAP+ se abrirem. Enquanto 80% dos entrevistados falam sobre o tema para alguém na empresa (seja líder, colegas ou amigos mais próximos), 83% falam com a família (veja infográfico completo mais abaixo).

Leia a matéria completa aqui.

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