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A primeira vacina 100% nacional pode começar a ser aplicada nos brasileiros daqui a nove meses, estimou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes. O início desta aplicação depende do sucesso das pesquisas nas três fases de testes com humanos e da subsequente aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Pontes lembrou que o Brasil investiu em 16 tecnologias nacionais de imunizantes, das quais cinco pesquisas evoluíram a ponto de entrar com pedido, ao órgão regulador, para testes em massa. Destas, apenas uma já recebeu o sinal verde.

Os testes começaram em janeiro na cidade de Salvador (BA). Voluntários dos Estados Unidos e da Índia também deverão participar. Ao todo, os investimentos na vacina nacional devem somar R$ 350 milhões.

O nome preliminar da vacina é RNA MCTI Cimatec HDT, em referência ao grupo envolvido nas pesquisas. O imunizante foi desenvolvido pelo Senai Cimatec em parceria com a empresa americana HDT Bio Corp, com a RedeVírus e financiamento do MCTI.

Trata-se da primeira vacina com a tecnologia replicon de RNA (RepRNA) a ter um estudo clínico realizado no país. Essa tecnologia permite que o RNA seja capaz de se autorreplicar dentro das células, o que garante uma resposta imune robusta e duradoura com uma dose menor da vacina.

Leia o texto completo aqui.

Foto: Freepik

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