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A 26ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ aconteceu na tarde deste domingo (19), após dois anos de celebrações digitais, e lotou a Avenida Paulista e a Rua da Consolação. De acordo com a organização, o público estimado foi de 4 milhões de pessoas.

“Batemos a marca de 4 milhões”, afirmou Renato Viterbo, vice-presidente da organização que produz a parada, a APOGLBT, à Globo News. “É a maior parada LGBT do Brasil e do mundo”, cravou. Antes, fez um balanço: “Foi um parada tranquila e segura, principalmente, apesar das ameaças que recebemos.”

Dezenove trios-elétricos percorreram a Paulista e a Consolação até a Praça Roosevelt, com atrações musicais como Pabllo Vittar, Luísa Sonza, Ludmila, Lexa e Liniker. Famosos como o ex-BBB Gil do Vigor e políticos como Guilherme Boulos e Marta Suplicy comparecem ao evento. O prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), não esteve no desfile.

O tema deste ano foi “Vote com Orgulho” e, em muitos momentos, o público gritou “Fora, Bolsonaro”. Mais de 2.000 policiais foram destacados para o patrulhamento do desfile, que não teve ocorrências graves de violência — o balanço será divulgado nesta segunda (20). A cantora Pabllo Vittar chegou a ser atingida no rosto por um objeto lançado da plateia durante o show, mas continuou a apresentação normalmente.

Leia o texto completo aqui.

Na foto, o trio da AHF Brasil em parceria com a Impulse São Paulo.

Foto: Carla Daniel / Reuters

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